terça-feira, 23 de novembro de 2010

Fiel escudeiro


Não é de hoje que existe nas páginas da história a figura do fiel escudeiro. Como também se pode afirmar que esse papel irá se perpetuar no futuro como a briga do cão com o gato. Todavia, não são raras as vezes que o escudeiro morre antes da pessoa que proteje. Para quem não sabe ser fiel é: ser digno de fé; cumpridor daquilo a que se obriga; leal; honrado, íntegro; probo; que não falha; seguro, certo; que não muda; firme, constante, perseverante; que professa uma religião; que é amigo certo; diz-se daquele que não mantém ligações amorosas senão com a pessoa com quem se comprometeu; que não rouba; honesto; pontual; exato, verídico e verdadeiro. É mole ou quer mais? Já o termo escudeiro provém da Idade Média, fazendo alusão ao pajem (menino ou rapaz que se põe a serviço de pessoa de alta categoria) que servia como "companheiro" de um cavaleiro, carregava-lhe o escudo, e o acompanhava à guerra.
Então, da interpretação literal do significado do somatório das palavras fiel e escudeiro, pode-se inferir um pouco do papel desse honrado ser. Acontece que, o fiel escudeiro é o elo mais fraco da corrente e, por isso, acaba, na maioria das vezes, virando o alvo principal dos ataques ao seu príncipe. Tal fato é lógico, pois os inimigos do mestre sabem que quando o escudo não mais for levantado em sua defesa, este estará mais frágil aos ataques realizados. Então, se você pretende evoluir em sua vida, identifique o seu anjo da guarda e o valorize, eis que se procurar no passado, verá que todos os grandes nomes históricos possuíram um fiel escudeiro.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Garras do Estado


Não é de hoje que sabemos que vários são os fenômenos que circundam a globalização e, dentre eles, destaca-se a mudança no perfil dos consumidores, pois com a abertura das fronteiras, a tendência ao livre comércio e a capacidade de fluidez das informações no cenário internacional, não somos mais os mesmos. Assim, fica claro, que as formas tradicionais de comunicação estão cedendo, cada vez mais, lugar aos meios de comunicação de massa que atingem uma gama cada vez maior de indivíduos, levando aos quatro cantos do planeta novos padrões culturais. Com esta avalanche de informações e uma oferta de bens ampla e variada, o tradicional e o local perdem importância frente aos novos valores culturais globalizados.
Então, devemos nos alertar para o fato de que estas transformações estão reescrevendo nosso papel de indivíduo e cidadão, uma vez que a ótica de consumismo vem assumindo um papel protagonista e determinando também a atuação política da sociedade. Neste contexto, o consumidor/cidadão não se sente mais atraído pelas estratégias conservadoras e burocráticas do poder público, buscando no consumo desmedido a qualidade de vida almejada, ou seja, cada vez mais, principalmente quando podemos pagar, fugimos dos serviços estatais. Por esta feita, faz-se necessário, que reinventemos a política, respeitando as diversidades e peculiaridades, para podermos chegar a uma cidadania mais aberta e responsável, capaz de reverter essa inversão criada pela globalização, afinal, desde quando nascemos estamos nas garras do Estado

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Só depende de nós.


Antes de qualquer coisa, deixo claro a todos que não sou nem quero ser dono da verdade. Não tenho nem nunca tive tamanha pretensão. Penso que antes de mim existem diversas e diversas vozes históricas e emergentes da oposição que devem ser ouvidas, quando o assunto é sucessão municipal. (dentre elas podemos citar algumas como Antonio Valério (PMDB), Cadó (PMDB), Diniz Cogo (PMDB), Lemos (PMDB), Paulo Rosado (PDT), Alceu Nicola (PDT), Nequinho (PDT), Fábio Monteiro (PDT), Antonio Bueno (PT), Neomir Alcnatar (PT), Tide Lima (PT), Sandro Palma (PTB), Jorge Viero (PSDB), Natal Kubiça (PSDB), Vulmar Leite (PSDB), Kinho (PPS) entre outras – não há como citar todas)
Todavia, penso que também posso expressar minha singela opinião, seja como cidadão, eleitor ou filiado a uma agremiação partidária.
Nas eleições passadas (2008), participei ativamente do processo de escolha dos candidatos da oposição no Fórum de discussão, sendo que, mesmo contra meu voto o candidato escolhido foi Vulmar Leite. Semanas preciosas de campanha foram perdidas em discussões infindáveis em torno de velhos problemas e paradigmas. Resultado: mais uma histórica derrota. Tomara que dessa vez seja diferente.
Minha intenção com o texto trazendo a pérola do precioso nome de RUY, a exemplo do que fiz com Dr. Acácio na eleição passada, é contribuir para que possamos ter alguém com chances reais de vencer as eleições. Temos que parar de pensar somente em nosso partido ou interesses pessoais ou grupais. Devemos transcender e analisar friamente, como se estivéssemos em outra dimensão – sem prejulgamentos.
Não adianta nada colocar o time em campo se ele estiver cheio de jogadores cansados, sem vontade de fazer gol ou jogando contra. O time tem que entrar para ganhar, ou pelo menos jogar de igual para igual. Precisa ter vontade e garra. Mas para que isso aconteça, temos que ter jogadores com tais predicados, caso contrário, nem a torcida se empolga, que dirá o exigente eleitor.
O maior problema nosso da oposição é a falta de nomes capazes de fazer essa frente ao poderoso PP. Lá é diferente, existem muitos e muitos nomes, aliás, sobram nomes. Tanto é que na última eleição teve gente descontente. Eles têm nomes para mais 7 eleições, no mínimo. Isso bem por baixo. Deve ser até um problema interno.
O que sobra lá falta aqui. Problema oposto. Por certo que temos legítimos postulantes, pessoas que já deram o sangue para contribuir para um governo da oposição, como temos os que já conseguiram tamanha façanha (Vulmar).
De mais a mais, o que é certo mesmo é que dentro de nossa oposição, com todo o respeito, temos que fazer diferente, pois a velha fórmula já provou que é fracassada. Imaginem então se cada partido colocar um candidato próprio. O PP poderia colocar um cavalo para concorrer que ganharia a eleição.
Então, que me perdoem os companheiros que enxergam diferente, mas temos que achar pessoas com qualidades objetivas e ate subjetivas capazes de nos unir e empolgar o eleitor. Aliás, existe muita gente boa que prefere ficar anônima ou não se envolver, pois são do comércio etc... E na mesma ficamos. Não pode mais ser assim.
Também, não podemos dizer que tudo que o PP faz é errado. Nada disso, muitas coisas que fazem são acertadas e isso a oposição tem enxergar e ampliar como diria Serra. Não há mais espaço para radicalismo. Se o candidato for do PT. Contem comigo. Se for do DEM, contem comigo. Mas se for para continuar sempre batendo no dó ou no ré, eu não perco meu tempo.
Por tal sorte, desde já, conclamo a todos da oposição para ponderarem internamente ou externamente nomes de pessoas com potencial e perfil para disputar uma eleição pela oposição.
Vejam que RUY, por exemplo, nem partido possui. O que abre mais o leque de possibilidades para futuras composições. Estamos com a faca e queijo na mão. Só depende de nós.

NOTA PÚBLICA

Sobre as cogitações que a mídia de Santiago retrata, sugerindo meu nome para futuro pleito eleitoral, o que recolho com prudência e humildade,teria a dizer que

a) como qualquer cidadão fiquei honrado com a lembrança , pois é sabido de todos o amor que tenho por Santiago;
b) esclareço que não tenho filiação partidária e nem agi direta ou indiretamente para essas especulações;
c) as eleições ainda estão muito distantes, há vários e legítimos pretendentes em diversos partidos, todos honrados e de ilibada idoneidade;
d) oportunamente, dependendo das configurações que se apresentarem, poderei examinar a possibilidade de uma atividade partidária, sempre respeitando as instâncias e as precedências.

Ruy Gessinger em seu Blog.

RUY ARMANDO GESSINGER


É inegável que após o pleito majoritário de outubro as atenções se voltem todas para as eleições municipais. Basta uma corrida de olhos nos cadernos de política dos grandes jornais, e as especulações sobre eventuais nomes já tomam conta dos debates. O que é normal.

Aqui em Santiago, nossa querida Terra dos Poetas, não é diferente. No campo da situação, todos falam que o Prefeito Ruivo concorre à reeleição (não poderia ser diferente) e no campo da oposição, (fragmentada e dispersa), falavam-se muitos nomes, mas nenhum deles com densidade eleitoral e capacidade de aglutinar todo o espectro necessário.

Entretanto, eis que ao brotar as especulações em torno do nome do ex-desembargador e advogado RUY GESSINGER, a coisa parece tomar um rumo no sentido do consenso tão necessário e almejado por todos, aliado com a perspectiva de se fazer um debate qualificado, moderno e sério (algo até então não visto).

Sou filiado ao PMDB, como todos sabem, um jovem advogado, porém, profundamente preocupado com os rumos do nosso município e ciente de que o debate sobre a sucessão em Santiago é, antes de qualquer outra coisa, um dever de cada um de nós com a nossa cidadania. Um assunto dessa magnitude não pode passar indiferente aos olhos de todos. Por tudo isso, como todos também sabem, não sou de ficar em cima de muro e, decido por tomar uma posição e externá-la publicamente.

Realmente, acredito que o nome de RUY GESSINGER pode unir as forças de oposição, qualificar o debate dentro de uma cosmovisão como nunca foi feito dentro de Santiago e estabelecer um contraponto de idéias com o PP em alto nível, longe das tradicionais questiúnculas e agressões de lado a lado, que, afinal já está mais do que evidente que o nosso povo rechaça esse tipo de prática. RUY poderia fazer uma campanha propositiva, defendendo propostas claras e argumentando em cima de questões pontuais, por exemplo, a industrialização de Santiago. (ele certamente fará Santiago brilhar no Estado)

Nessa indicação de nomes, pesa também o fato de que RUY GESSINGER é um dos nomes de maior credibilidade no Rio Grande, afinal, só o fato de ter sido desembargador na mais alta Corte de Justiça no Estado já fala por si só.

Outra, por já ser uma pessoa com certas posses, o que não é pecado (após uma vida de trabalho como magistrado), ascendeu licita e dignamente e, a sociedade saberá ver que RUY GESSINGER não está entrando na política para se ajeitar, pelo contrário, todos verão seriedade e credibilidade no que ele falar e defender.

RUY GESSINGER atrairá para Santiago a imprensa estadual pela importância de sua posição social, política e econômica e atrairá, da mesma forma, políticos de renome, a começar pelo governador eleito (TARSO GENRO), seu amigo pessoal e primo de sua esposa Dra. Maristela Genro Gessinger, passando por grandes lideranças estaduais como a deputada Manoela, deputado Beto Albuquerque, secretários de estados, entre outros tantos.

No espectro da oposição local é necessário que se parem com as vaidades pessoais e individuais de políticos que querem concorrer por concorrer, sem a mínima chance de enfrentamento com o PP; e o que é mais grave: apenas reeditando velhos expedientes que sempre se demonstraram ultrapassados, por exemplo, o ataque histérico a saúde, por exemplo.

A oposição tem no nome de RUY GESSINGER uma chance de OURO, PRATA E BRONZE para se apresentar com uma nova face, fazendo uma campanha inteligente, propositiva e sem ataques(além de possuir um candidato limpo, digno de receber o mais importante cardo político de nossa cidade).

Além disso, para evitar atropelos de última hora, urge que se crie, imediatamente, (denovo) um NOVO FORUM DAS OPOSIÇÕES, mas um FORUM aberto, democrático, unindo forças e não só partidos, deixando congregar em seu interior todos os segmentos que quiserem se engajar, mesmo que individualmente. Todos tem que ser bem vindos.

Esse FORUM teria a função de abrir o diálogo, estabelecer grupos temáticos para fornecer subsídios aos candidatos a prefeito e a vice e de certa forma ficar em campanha eleitoral permanente, pois o debate com a sociedade não pode surgir somente na época da eleição.

TODOS JÁ ESTÃO CANSADOS DISSO! (até mesmo as pessoas que participam ativamente da vida partidária - como eu)

Por tudo isso, falo, afirmo, escrevo e assino em baixo que o sonho das oposições pode se tornar real com RUY ARMANDO GESSINGER – pois ele reúne todos os pré-requisitos e condições para ser o futuro prefeito de Santiago.

É essa minha pequena contribuição e sugestão para essa nova caminhada.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Acho que vou para o PT de Dilma.


Não sei mais de nada.

A política é uma ciência complexa.

Aliados viram inimigos e inimigos viram aliados. Em quem você confia hoje, desconfia amanhã. Já me arrependi de muitas coisas na política.

Então, estou pensando em ir para o PT de DILMA – “ELA É A CARA” - “She is The Woman.”


quinta-feira, 4 de novembro de 2010

CCJ aprova emenda que retira do vice-presidente da República condição de sucessor


A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou na quarta-feira (03.11) Proposta de Emenda Constitucional (PEC nº 32/06) que retira do vice-presidente da República a condição de sucessor em caso de vacância do cargo de presidente, determinando que sejam convocadas novas eleições. O vice ocuparia o posto interinamente até a definição do novo presidente.

De acordo com a proposta, caso a vacância (morte ou renúncia) ocorra nos dois últimos anos do mandato presidencial, o novo ocupante do cargo será eleito pelos deputados e senadores 30 dias depois da abertura da vaga. Se a vacância presidencial se verificar nos primeiros dois anos do mandato, será realizada uma nova eleição direta, com voto popular, em 90 dias.

O texto aprovado pela CCJ é um substitutivo que o Senador Demóstenes Torres (DEM-GO), Presidente da comissão, apresentou a projeto do Senador Arthur Virgílio (PSDB-AM). O projeto original de Virgílio tratava também dos suplentes de senadores, mas a própria CCJ analisou o assunto em outra emenda constitucional, a qual ainda não foi votada pelo plenário. Por isso, a menção aos suplentes de senadores foi retirada por Demóstenes no substitutivo.

Ministros do STF com mandato
Na mesma reunião, o Senador Demóstenes Torres leu parecer contrário à PEC nº 39/03, da Senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), que propõe mudanças no ingresso na magistratura e impõe mandatos para ministros do STF e outros tribunais. Os ministros do STF teriam mandato de 10 anos. Em outras cortes, o mandato seria de 8 anos.

O relator ponderou que considera o projeto inconstitucional por "ferir a vitaliciedade, cláusula pétrea que tem por objetivo assegurar a independência dos magistrados".Ele se disse convencido de que a supressão da vitaliciedade "não livrará o Poder Judiciário da corrupção e dos desmandos que maculam a instituição". Demóstenes sustentou que, ao contrário, "essa prerrogativa auxilia na boa condução dos julgamentos, por livrar os juízes de toda e qualquer espécie de pressão que possa vulnerá-los no cumprimento da função.

Como a autora da proposta, Senadora Serys Slhessarenko não estava presente à reunião, o Senador Eduardo Suplicy (PT-SP) decidiu pedir vista do projeto, para sua votação em outra oportunidade. Suplicy afirmou ainda "já ter ouvido" que as medidas propostas no projeto são "de bom senso" e, por isso, quer examinar melhor o assunto.

Fonte: Agência Senado